domingo, 5 de setembro de 2010

Primeiras Perplexidádivas Sinaptivas

Dó-ré-mi-fá-sol-lá-si!

Por-re-gi-cá-sol-nas-ce!

À "C. T." dedico estas primeiras perplexidádivas sinaptivas.

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O amor é a coisa mais fugidia e elusiva que existe: eu busco e busco e não o acho, diacho!, mas minha busca sempre em frente adiante persiste: porque quem é vivo desse sublime objetivo nunca desiste e a tolo desânimo resiste!

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À minha dor só o seu amor esmaga!

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Favor de amor só com ardor de amor se paga. Sim, o amor com ardor se traga, praga! Parece até que é surdo, esse polvo absurdo!

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Eles queriam mundar o mudo em tudo, mas o mudo não gostou das brutas frutas daquela perigostosona zona: o mudo só pensava era em mudar o mundo, o qual ele achava que já estava muito imundo. "Ensaboado seja este mundo!", assim pensava Osmundo, um mudo que em vão queria mudar o mundo.

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É mais fácil um bebê parar sozinho a louca estourada de uma danada manada, do que alguém conseguir "mudar o mundo" com ou sem ajudas de Judas. O mundo muda-se a si mesmo por sua própria conta e risco arisco, ele cegue no rumo que mal quer, não tem como prever, não tem como deter. Ademais, tola revolução erra sempre de ovo e fracassa ainda na casca de novo porque tem alergia a povo! E os rebeldes de hoje serão os opressores do amanhã, etc. vital: que tal? O comunismo foi parar no IML (de Moscou), depois de muito definhar em inospital...

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Muitas coisas ruins só acontecem na história humana por causa das facilidades trazidas pelo progresso técnico. Quer dizer, em muitos aspectos a vida se tornou tão fácil, mas tão fácil que os seres humanos já podem até se dar o luxo de desperdiçar suas oportunidades e possibilidades. É fácil, facílimo inclusive prever que se e quando a humanidade entrar em extinção, muito provavelmente e quase certamente terá sido em consequência do excesso de acesso ao sucesso das infinitas facilidádivas do progresso! Mal percebe, porém, esse tolo animal de vida fácil que o que vem fácil, hmm, também fácil vira fóssil.

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Qual a raiz do atual cinismo global? As pessoas tentam fugir da verdade. Mas a verdade é infugível, ela está em todos os lugares, nua, exposta, óbvia, escancarada, arreganhada e toda se-oferecida como uma retardada porém astuta prostituta barata e tarada: não tem como não vê-la! Então, as pessoas fingem, fazem de conta que não a vêem, embora a vejam muito bem, sim. Ainda que sabendo que algo não é certo ou que é bobagem ou que não presta ou que não vale a pena, dão ibope às besteiras assim mesmo, se afiliam, consomem, defendem com unhas, dentes, mãos, pés, palavras, gestos e atitudes. Mergulham de corpo e alma naquilo que sabem muito bem (muitas vezes até dizem alto e bom som para quem quiser ouvir) que não é verdade e não tem fundamento. Decidiram de uma vez por todas que a verdade é absolutamente inaceitável, escolhem desprezá-la, castigá-la, violentá-la de tolos os modos possíveis, e até de alguns modos impossíveis também, se der brecha e ocasião.

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Monólogo de um típico comprador cínico, enquanto esperava sua vez na fila do caixa da loja: "Eu sei que isto não presta, que não tem qualidade de verdade, que não tem conteúdo que se aproveite. Eu sei que isto é apenas uma pura bobagem novidadesca, só mais um item oco e tosco da moda passageira. Mas não importa, eu faço de conta que é algo bom, eu compro assim mesmo, mesmo sabendo que não vale nada. Quanto pior, melhor! E se a embalagem é linda, quanto mais caro, ah, muito melhor ainda! Não me interessa a quaquaqualidade, não importa se funciona, basta-me o fato de ser algo novo: é o último lançamento, não comprar me seria um jumento tormento! Eu não vou ao mercado para comprar verdade e sim ilusão! Eu gosto de me sentir enganado, manipulado, eu adoro saber que posso me dar esse luxo! Assim eu sinto que a vida é fácil, porque o que é fácil é sinônimo de sucesso e o sucesso é uma glória! As facilidádivas da vida moderna me excitam, fazem com que eu me sinta no controle finalmente, dão-me uma sensação de revanche e vingança contra o destino, contra as tragédias. Gosto muito, muito, é praticamente um orgasmo pra mim, poder desperdiçar dinheiro grande assim com coisas inúteis! Você não entende? Consumir lixo desse tipo me faz feliz! Ser um comprador cínico, mão-aberta e de bolso fácil é pra mim uma satisfação ímpar, é o ápice! Quando não estou comprando besteiras, aff, sinto-me mal, sinto-me infeliz, sofro, entro em deprê. Meu prazer é gastar irresponsavelmente, ignorantemente e sem culpa alguma na consciência. E sabe o que é melhor? Saber que não sou o único, saber que através do mercado entro em comunhão com uma verdadeira legião de idiotas tão gastadores como eu! Assim eu nunca me sinto sozinho, pois sei que em algum lugar do mundo sempre tem e terá algum comprador cego e estúpido o bastante para torrar dinheiro em coisas que não valem porcaria nenhuma!"

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O mercado cultural atual é um pântano de bobagens dominado pelos ocasionais e brevíssimos fogos-fátuos das esquisitices de alto impacto momentâneo. Muitos talentos de gigrande qualidade aí chafurdam e afundam no oblívio, bloqueados ou escanteados para nichos temáticos de limitado alcance. O grande público já foi comprado e reservado especialmente para o escoamento das sensacionais novidades ocas.

A situação hoje se inverteu e aqueles que realmente têm um autêntico talento criativo de verdade são forçados a lutar e batalhar por migalhas de espaço entre um dilúvio de bobagens hiperficiais e sem conteúdo relevante, e nesse contexto vale bem mais a sorte e o acaso de você cair subitamente no duvidoso gosto de um público consumidor ávido muito mais por esquisitices de alto impacto momentâneo e sem mérito legítimo. Um outro caminho é, é claro, comprar, sim, comprar o seu caminho rumo ao sucesso através de um caríssimo marketing manipulador e tortuoso.

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É por isto que muitas mulheres sofrem tanto: desprezam os homens bons e dedicados e favorecem os que não têm mérito nem consistente encanto.

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“Quem com os porcos se junta”, acaba virando bacon também numa mesma fatia conjunta. Ou então obtém uma comissão extrema e bem mais gorda no esquema...

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Hojendia, parece que até o ser tem preguiça de acontecer!

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Tá sofrendo de idolartrite crônica, hem, Dona Gilmônica!

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A curiosidade é a amiga inseparável e insuperável da imaginação.

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Literaforicamente falando, estou morto de saudades até mesmo de suas mais nuas maldades!

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Como já bem sabia e até dizia aquele famoso filósofo anônimo Pescláudio Anzolli, "o peixe morde pela boca..."

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“Não suporto gente que escreve errado!”? Hmm, deve ser muito solitário e entediante viver assim numa redoma de marfim lá no raso topo do Parnaso...

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Matusalenda Pestiblenda, uma pessoa bastante comúmia.

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Acho que tô atolado, ó, num pote de achocolatado em pó!

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Take a fake cake to eat it with milk-shake!

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Phoney Roney sold me a fake pony for a lot of money, honey!

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Cãochorro louco e choco late oco, rouco e pouco!

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"Pelas palavras da Zumbíblia Sangrada, t'esconjuro, nosferato desgraçafado!"

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Cuidado: estéril mistério sério pode te levar ao chão fértil e etéreo de algum cemitério...

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Fazenda higroelétrica, para produzir eletricidade a partir da umidade do ar (inspirada na descoberta do professor brasileiro da Unicamp, Fernando Galembeck).

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Vem aí o novo Fjord Mustrengo!

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Sua mente é uma lâmpada maravilhosa: vou já libertar o brilho do seu gênio!

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O astrônomo é o voyeur das estrelas.

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Acabei de ler o livro "As Aventiras de Presas Fresas & A Tainha Rainha das Belezas": gostei, mas não muito: não consegui captar do autor o seu verdaderradeiro intuito.

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Alas, is English fun?! How come? In order to show you that, please lemme introduce you now to the Asking Gang:

A Gangue Pergunçosa:

Duiuspique Íngliche?

Duiuana Densuimi Beibe?
(Notivenife Darréu Uosfrizinau!) This one belongs, in fact, to the Answearing Gang, but never mind.

Uotaimisite Plis?

Raumote Fordis?

Notasquer Tusper?

Uotário Luquinete?

Uotário Duinal?

Rauoldário?

Duiu Copimider?

Uerário From?

Ischi Tiuangue Formi Perrépis?

Ralduiudu?

Uoduiu Finque Odis?

Uotimor Iuanfromi Úman?

Meiai Sitirríar Baiorsaide?

Uote Siorneime?

Uoterrel Isgoinon Daunder?

Meiai Camin, Seu Jacamim?

Uotário Iorbísnês Ríar?

Rauário Duimaifren?

Uodei Istiudei?

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Não é que a reciclagem propriamente inexista, mas sim que ela é na maioria dos lugares ridiculamente insuficiente diante do acelerado ritmo de produção de lixo. O Apocalixo é um processo de colapso ambiental rumo ao qual muitos pontos urbanos críticos do planeta atualmente tendem velozmente. É uma tendência processual, não uma certeza fatal, mas em várias localidades essa tendência colápsica já está bastante acentuada e consolidada.

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"As Aventiras de Vivi Gilante & Seu Gugurança", mais uma produção Sinaptiva Multimídia!

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O mal é um réptil rastejante, viscoso e escorregadio, entra pelas menores brechas, mesmo onde não há espaço ele força os pontos mais frágeis, empurra e perfura até achar ou rachar alguma fenda para entrar. É preciso estar sempre atento e vigilante, porque tal verme pode já ter se insinuado mesmo nos santuários mais sagrados e insuspeitados. Nenhuma inocência é sagrada ao toque corruptivo do mal.

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Ixe, maxixe: esse animal aguado diz estar se sentindo sem sentido e magoado! Cada unha que até parece duas...

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O mal é uma planta rasteira cujas flores não retém cores e cujas pétalas são tóxicas.

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So say the despised zombies: "While these damn bloodsuckers show themselves off like this, oh, we will rise and rule the world in its whole!"

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Será que Nemsaara Rarisha Nemo vai voltar para o Paquistão e vestir outra vez a burqa da resignação? Ou será que ela irá trilhar o Caminho de Sentialgo Benacostela para meditar nos erros de sua vida pregressa? Não percam o próximo episódio de "Pétalas do Abismo – Contos Voláteis!"

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Vladnöel Gálvula, o Visconde Cobra, foi flagrado no sangrado agrado de um seu jumento momento rastejante em mais uma fraqueza chocolatejante.

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E agora, apresentando Anúbis Coitero, O Esconde Crápula, em: "A Causa do Espanto III" e "A Nora do Pesadelo IV"!

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"Tinha um mastruz perto da cruz onde sobre nós pá desceu, e foi ali pelas feses onde um dia engoli meus recados mastigados com mastruz..."

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Intimidade com as palavras: eu gosto de conhecer muito bem as palavras, saber do passado etimológico delas, de onde vieram, os seus parentescos, suas sinonímias, antonímias e metonímias. As palavras são minhas amigas mais antigas. Juntos já fizemos muitas coisas legais, já vivemos muitas aventuras e aventiras. Elas já estiveram comigo em momentos bons, e em alguns momentos ruins também. Ocasionalmente, elas já até me desertaram por alguns instantes, mas sempre voltam, minhas leais companheiras. Eu creio que tenho com as palavras uma gigrande intimidade. E eu as respeito, trato-as com a devida consideração, procuro não maltratá-las. Em troca elas às vezes me agraciam com prêmios de raríssimo valor, como por exemplo o acesso ao jardim das meigas sensibilidades de uma maravilhosa alma feminina com quem estou correntemente vivendo uma amizade incrivelmente esplêndida e deliciosamente sublime. As palavras transportam partes excelentes de mim até a bela ela e me trazem fragmentos dos seus melhores sentimentos. Se a fantasia e a imaginação são as asas da alma, então as palavras são as células de que tais asas são feitas: através delas eu e minha amada trocamos singelas mensagens perfeitas! Com as palavras dou até cambalhotas: digo, desdigo e inclusive me contradigo, sem ter ou manter nem a menor noção do perigo...

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Assim profetizava no mei do terreiro, em gritante berreiro, ave irritante do tipo um pacote de capotes: “tô frito no prato, tô frito, tô frito, no prato tô frito, aflito no ato pois de fato num prato tô frito...”

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Sinto a brisa do deliprecioso voar-livre-no-ar da nossa amizade assim a se delicirrealizar, sinto esta brisa a me abraçar todo o ser por inteiro: e para bem expressar tanto encanto eu precisaria de bem mais que só-mente um tinteiro. E assim vamos indo e vindo, usufruindo rindo deste caminho lindo!

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Ela é diaconisa untriz, passa óleo estranho nos tolos fanáuticos para fazê-los tombar no culto...

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O infolentífimo fenhor Perignáfio Mula da Filva, previdente do Fravil, vai ago’a se pronunfiar e diver algu’as palav’as pa’a tolos vofês em fadeia nafional de rádio, televivão e infernet: “Fompanhe’os e fompanhe’as, nunfa antes na histó’ia defe país a vente esteve tão bem afim fomo estamos ago’a: venfemos enfim a forrupfão e varremos todas as fafadevas políticas, hmm, pa’a debaifo do topete, é verdade, mas varremos, o’a efa! Eu fei, eu fei fe ainda há muito o fe faver, mas nós estamos no faminho ferto, e ifo, ifo é o fe importa, minha vente, tobrigado.”

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Assim falava Paulo Prado, aquele gay aloprado: “Meu buraco-negro não tem cabelos: mandei fazer uma depilação astrofísica universal, uau!” (Paulo Prado em breve se casará, em terceiras núpcias, com Tobias Ferro dos Prazeres, bofe-mor de Nova Gazelândia; más noitícias sobre esse casório a qualquer momento.)

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As Aventiras de Queila Tequila & Nanico P. Nico

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Talvez isto seja um detalhe bem somenos, porém estrelas gordas vivem menos…

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Era por volta da época em que eu estava terminando meu livro Crimes Extremos III, quando ela apareceu em minha vida. Lembro-me bem daquela noite como se não fosse hoje: uma tempestade terrível desabava sobre a cidade. Ventava grande e faltara energia há várias horas. Eu havia chegado em casa naquele justo instante. Estava já abrindo a porta para entrar. Foi brusco e repentino: ela se chocou contra mim por trás. Caímos ambos no chão, encharcados e... Aff, que preguiiiiiiiiiiiça! Vou mais contar, não!

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Mortel Necronoia, o motel dos mortos-vivos.

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Menina tão meiga, bonina diamanteiga!

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Vem aí: Infernet – O Mercado do Pecado Virtual, uau!

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Ela disse que logo-logo também estaria na esteira da besteira e da histeria, mas quem riria, hem, Maria?

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Vâmpy Irene, profissão: sugarota-de-problema. (Melhor amiga de Grudmila Sparadrappus e Chicletícia Carrapicho.)

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Quando o espinho da dúvida perfura a bolha do entusiasmo, a empolgação murcha aos poucos...

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Encanto o isso, Saul Queixas berra no rádio o requinte do arremedo da melodia seguinte: “Gasta o seu mistério ao despejar pro fundo. Você quer cheirar rapaz ao se acudir, Osmundo? Tente outra rês...”

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Liar lawyer? Hmm, that’s redundant!

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Como já advertia o príncipe Siganta Burdhauma: "A realidade aprisiona tanto as pessoas que muitas delas chegam mesmo a pensar que o desejo de liberdade é loucura."

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O que estou agora a semear de gigrande e bostante futilidade no futuro ser-me-á...

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Nunca confunda empatia com "nem aí p’a ti, ó!"!

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A Inglória História de Vivi Tória

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Não gosto da palavra "preliminar": sugere algo desimportante e que se pode eliminar.

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Eis uma sublime verdade já por tempo demais a nós sonegada: o melhor desta vida é a ida e não a chegada!

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O boi já foi e agora suíno sente que também vai morrer inocente...

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Quem os olhos ainda não vêem o seu corpo quentinho, hmm, meu coração já a sente carinhosamente pertinho!

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Está oficialmente aberta a temporada de pesca de miaus. (O miau é um híbrido de piau com peixe-gato.)

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Pen Neyra, A Mulher de Trinta Ânus. Mais uma extravagante criação do famoso escritor chifrancês Gonoré de Babaalzaac.

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Vem aí o fulermínio, liga de alumínio com fulereno. Ou alumerênio, se assim preferir rir.

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Paf! Aff, essa já é a insétima mosca tosca que eu mato, só hoje!

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Enquanto isso, num universo paralelo, assim grita uma ranheta vinheta na tela da mortevê: "Rede Morto e você: caldeirão a ferver!"

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Outra vinheta mortelevisiva nas telas do necroplaneta Morterra: "Vem aí mais um 'Reality, xô!' da.... Reeede Moooooorto!"

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Cuidado, hem, que o sol das onze
Não presta pra você ir pegar bronze!

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Yeah, Shake Bill, "conscience does make cowards of us all", but love restores courage to our hearts and minds!

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A imaginação é o antídoto contra a ditadura da realidade. E a ciência é o antídoto contra a loucura nos elevados voos da imaginação.

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Sabes por que minhalma com tanto encanto te elogia? Porque da meia-noite ao meio-dia tu és a melhor e mais esplêndida melodia do meu dia!

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Eu gosto, sim, de escrever “proesia”, uma poesia em prosa na qual as minhas palavras sejam meio como bailarinas se revezando e trocando de lugar de maneiras inéditas, num magnífico balé de imprevisíveis sentidos.

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Olha só o tamãe do “Ahhhhhhhh...”braço que a ti vai doar esse tamanduá!

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Com um santo encanto, ai, como eu a amo tanto!!!

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Non hai ancora l’opportunità per amarmi? Allora, sì, io vorrei, sì, io vorrei aspettarti finché il giorno che tu potrai infine vivere tutto il nostro amore senza limiti e senza misura. (Não tens ainda a oportunidade para amar-me? Então, sim, eu quererei, sim, eu quererei esperar-te até o dia em que tu possas viver todo o nosso amor sem limites e sem medida.)

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If my life is now this easy, oh, it’s because from my spirit your sweet presence cures all disease!

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Vem aí: BARQUIVO GIZ, com as novas aventiras de Fax Molly & Madonna Sconder, uma dupla de dois agentes do aquém lutando contra gentes teimosas e muito reimosas vindas do além. E "SEU PERNETURAL" com seus tamancos e fantasmancos que se cuide! Mais uma produção da: Reeeede Mooooorto!

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Demônios são seres humanos que chafurdam no pântano sujo e infecto dos erros e perversidades, são espécies de enguias morais, pois já não conseguem mais evitar de prejudicar espontaneamente apenas com o choque de seu maléfico toque.

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Anjos são seres humanos que voam livres nos céus da realidade como mensageiros da bondade anunciando em todos os lugares as excelências do amor. Um anjo é uma alma-flor que exala o perfume da ternura mais pura e a fragrância da generosidade espontânea, essa gentileza de espírito que move tanto e comove com doce encanto.

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Poesia é o canto dos anjos, a música do Bem! Um poeta é um ser humano que se lembra ou se dá conta, mais ou menos, de sua natureza de anjo, mesmo quando se encontra caído ou com suas asas cortadas.

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Alguém que só tem dois dentes é rei no país dos bengoelas.

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"Agora que você é mulher separada está então preparada para viver as várias meta-amor-fases de uma relação afetiva comigo?"

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Aqui passa ele com dor, não sei o porquê: provavelmente acabou o gelol do seu bálsamo benguê...

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Ai, pobre humanidade, tão longe do Amor e tão íntima do Erro...

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